Carlos e Stephany

O preto escorrido dos olhos era a madrugada que acabava.
Os olhos inchados denunciavam a noite mal dormida.
Em meio a marrons de pele alguns pedaços de branco ainda destoavam no rosto que ia se desmontando.
Suavemente com algodão e removedor colocava Stephany para dormir.
Teria o descanso merecido, dormiria o sono da beleza que tanto prezava.

Enquanto isso, Carlos deveria ir trabalhar.
E após um bom banho quente, café com pão, escovas nos dentes e cadarços amarrados lá ia ele pronto para mais um dia de trabalho, feliz, pleno, dual, completo.




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