Cicatrizes da vitória.

Estava machucado! A batalha foi árdua. Dois exércitos imensos se chocaram. O som de seus passos faziam tremer o chão e os corações. Sentiu como o homem palpitava, o braço forte e rígido por um instante hesitou. Mas sabia que ele não o desapontaria. Correu com fúria e ódio. Foram horas tensas e rubras, mas eram passado.

Cortaram-lhe o couro e o acolchoado, precisaria ser cuidado, batido e remendado, mas estava feliz. As cicatrizes brilhavam e mostravam daquilo que realmente era feito, de um metal duro e forte, o metal dos campeões.


Assim sentia-se pleno, sentia-se brilhante. Era um escudo de guerra, um escudo vencedor!

Comentários

  1. caara adoro essa coisa de personificar os objetos... muito maassa!

    ResponderExcluir

Postar um comentário

Postagens mais visitadas deste blog

"A beleza do morto"

A demasia do excesso.

Sabedoria canina