A senha.

Esses dias me perguntaram como eu conseguia viver sem a sensação de mais "primeiras vezes", tiveram muitas respostas filosóficas e tals, mas a vida se encarrega de nos dar respostas, e as vezes das formas mas frívolas possíveis.
Aquela angústia da espera sem saber se vai ou não vai, aquela acelerada no ritmo do coração... Alguém aí já esteve com a senha 22 e não sentiu isso quando a funcionária da repartição pública chamou a 21?

A vida nos surpreende todos os dias. Emociona-nos com pequenos regalos cotidianos.
Basta abrir os poros.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

"A beleza do morto"

A demasia do excesso.

Sabedoria canina